31 de dezembro de 2010

Ano Novo!!


Aí está o fim de ano..
Por mim, não há razões para celebrar.. O único motivo que me poderá levar a sorrir na vinda do ano novo é a esperança que este me traga dias melhores.
“Things can change!"

27 de dezembro de 2010

Desemprego




É uma realidade.. e é preocupante..
O desemprego consiste na falta de trabalho ou de actividade profissional que se verifica em relação às pessoas capazes de prestar trabalho e disponíveis para o fazer. Esta definição não exclui o desemprego voluntário, mas as situações de desemprego que correspondem à vontade ou ao estilo de vida dos interessados só constituem problemas sociais na medida em que sejam fontes ou manifestações de marginalidade.
Na actualidade, é possível afirmar que o desemprego é encarado como um dos problemas sociais mais destacados.
O ano está prestes a findar e segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) são já 600 mil os desempregados em Portugal. Corresponde a 10,9% da população activa no nosso país e um valor nunca atingido nos últimos 30 anos.
Em tempos visivelmente difíceis para a esmagadora maioria da população, segundo os economistas o cenário terá tendência a agravar-se. Tendo em conta a conjuntura económico-financeira, será inevitável que o mercado de trabalho piore no ano que se avizinha.
Assistimos actualmente a grandes mudanças no mercado de trabalho. Numa altura em que muito se discute a redução dos custos de despedimento para directa ou indirectamente incrementar a capacidade de atracção de investimento directo estrangeiro é muito importante ponderar todas as medidas a tomar. Já há muita gente a passar fome em Portugal e com o crescimento do desemprego as consequências de determinadas medidas no mercado do trabalho poderão ter consequências nefastas na nossa sociedade.
Assim, impera a necessidade de serem adoptadas medidas que contrariem a tendência de crescimento do desemprego. Só uma base sociável estável, consolida uma economia que se quer fazer crescer!

Para pensarmos...

20 de dezembro de 2010

O Tempo





"Olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço"...


Viver do passado é uma verdadeira heresia perante as virtualidades do presente... Olhar para trás, ao contrário do que é propalado desde os tempos dos demagogos gregos não beneficia em nada o desenrolar da nossa vida... 
O nosso destino não se escreve com base no que foi o passado mas com as atitudes, decisões e ambições do presente! O tempo é por isso uma falsa questão!! 
O ser humano reflecte as atitudes imediatas e não as mediatas!! O que nos rodeia, o que se passou, e o que se passará são meros floreados numa imensidão dum caráter e uma consciência que nos são muito próprias e são incindíveis à condição humana.

Devemos lutar pelo que queremos alcançar.. Ser aquilo que somos e acima de tudo, viver a vida!! Esta última é efémera demais para ser pensada com complexidades desnecessárias...

Assim se ponderarmos bem, facilmente roçaremos limites de felicidade que até hoje não encontramos em nós próprios.. O bem-estar será uma constante e ao acreditar em nós próprios passaremos a mensagem a todos os que nos rodeiam sem precisarmos de dizer uma única palavra... 

A energia que move a vida dá-nos tempo bastante para reflectir e continuar com tempo para viver mais e sempre...

16 de dezembro de 2010

O Natal nos dias de hoje

São muitas as histórias relativas ao Natal mas este vídeo compagina uma nova visão do mesmo. A história digital da natividade! Originalidade e actualidade são a tónica do vídeo. Vale a pena verem!


14 de dezembro de 2010

Social Democracia

Os partidos políticos são erroneamente vistos por uma parte muito significativa da população como se de clubes de futebol se tratassem.
Sinceramente custa-me aceitar que nos tempos que correm, não se percebam conceitos básicos. Obviamente não se pode pedir muito às faxas etárias mais elevadas, associadas muitas vezes a uma “ignorância sã”, mas dos mais novos penso poder-se exigir bastante. Tem crescido de forma exponencial a taxa de alfabetização em Portugal (actualmente cifra-se aproximadamente em 92,5%) bem assim como o nível de instrução da generalidade da população. Não obstante o “facilitismo” incutido pelo governo em funções no nosso ensino, é indiscutível que temos hoje a sociedade mais bem formada de sempre em Portugal.
Quando nos associamos a determinado partido político impõe-se uma necessidade de previamente percebermos se as nossas ideologias se subsumem nas desse mesmo partido. E acrescento mais, penso não podermos estar presos a determinadas orientações partidárias. As nossas opiniões e convicções não são estanques e não as devemos coarctar pelo facto de estarmos filiados num dado partido.
No partido social democrata encontro a organização partidária que mais se aproxima daquilo que acredito serem as soluções para a melhor vida em sociedade.
A social democracia é uma concepção política proveniente do marxismo que também pode ser denominada por “socialismo democrático”. Na essência afirmou-se no terminus do século XIX, e assenta essencialmente numa concepção menos interventiva do Estado. Valoriza a propriedade privada apostando em políticas centradas em reformas sociais que se caracterizam por uma preocupação com os mais carentes e desprotegidos e simultaneamente com uma distribuição mais equitativa da riqueza gerada.
No PSD são representados os valores fundamentais da Social-Democracia: a igualdade, a liberdade e a solidariedade.
Não sou militante por interesses, por influências, ou obra do acaso.. Apenas porque subsumo aqui as minhas ideologias e convicções.

13 de dezembro de 2010

Mensagem de Natal de D. Manuel Clemente

D. Manuel Clemente, Bispo do Porto, escreveu um texto dirigido a toda a população que anda a ser distribuído nas ruas do Porto. 
"Peço-lhe um minuto, apenas um minuto", começa o texto. Vale mesmo a pena o minuto.

12 de dezembro de 2010

Objectivos de Vida




Os ponteiros do relógio avançam desmesuradamente… Os dias vão ficando para trás e os anos vão passando.
Todos nós traçamos objectivos na vida. Não importa a fase desta em que estejamos ou em que idade isso se dê mas todos impomos a nós próprios metas a alcançar. Seja a nível familiar ou profissional, todos “desenhamos” para nós um caminho a seguir.
A consciencialização e a materialização destes objectivos dependem muito de todos nós. Somos todos iguais.. mas muito diferentes. A maturidade, a forma de encarar a vida e a percepção desta, divergem bastante de indivíduo para indivíduo.
Há uma panóplia de factores que condicionam a nossa vida. O estrato social em que estejamos incluídos por exemplo, obviamente que influi bastante nas nossas metas a alcançar. Mas todos nós devemos ter uma força comum, uma vontade de vencer na vida. Quando nos acomodamos com o que temos e o que a vida nos proporciona sem nós fazermos nada por isso não estamos a viver, estamos sim unicamente a sobreviver.
Todos devemos pugnar as nossas atitudes pela positiva e encarar a vida sem preconceitos. Os obstáculos aparecem é certo, mas cabe nos a nós remove-los do nosso caminho. A vida não são só retóricas e filosofias de vida assentes em corolários de felicidade. Não podemos de facto esmorecer com as adversidades que nos vão aparecendo.
A vida tem me ensinado muitas coisas.. mesmo quando tudo parece deixar de fazer sentido eu tenho uma certeza: eu sei o que quero atingir e sei onde quero chegar! Tracei para mim de uma forma ambiciosa mas consciente, uma série de objectivos. É aí que encontro motivação para continuar…
Num futuro próximo quero olhar para trás com orgulho de mim. O cultivo da nossa auto-estima tem de ser feito por nós e eu não deixarei para os outros essa árdua tarefa.
Força, coragem e cabeça é tudo que preciso… ; )

6 de dezembro de 2010

O dia a que todos temos de chegar...

 Nunca me deixei levar muito por banda desenhada. Na verdade nunca me entusiasmou muito, mesmo quando era mais novo. Mas a este vídeo achei piada pois "carrega" em si uma mensagem profunda para todos nós... Independentemente da idade que tenhamos...

4 de dezembro de 2010

Natal e a Solidariedade




O Natal está à porta. É tempo de luz, felicidade e amor!  
Sem demagogias nem populismos impera a necessidade de afirmar em voz alta que é preciso agir face aos tempos difíceis como os que atravessamos. O simbolismo da quadra natalícia faz incrementar as responsabilidades sociais em todos nós.
Foi com muita satisfação que na semana passada li uma notícia que no Porto as escolas públicas vão ter as cantinas abertas durante as férias de Natal. Combater os sinais da fome nas crianças em idade escolar é algo nobre e de enaltecer.
É de facto uma realidade que muitas das crianças que lá almoçam no período lectivo fazem dessa refeição a única do seu dia, a única digna de ser denominada como tal. Com as cantinas fechadas, muitas crianças efectivamente passariam fome se não tiverem a cantina da escola para comer. É uma medida que penso ter de ser tomada a nível nacional.
Desenganem-se aqueles que dizem que a crise não existe e que ainda não há fome no país argumentando por exemplo o facto de as superfícies comerciais estarem constantemente cheias e as estradas cheias de carros a circular.
Tenho oportunidade diária de constatar no exercício da minha actividade profissional a miséria, a fome e a pobreza de muitos lares. Na verdade, tenho que ser profissional e o mais insensível possível mas muitas vezes não é fácil discernir determinados sentimentos que me são muito próprios.
Vivemos tempos difíceis, é inquestionável! E é na quadra natalícia onde tudo se esquece e abraçamos os nossos como se não houvesse amanhã! Mas é também a altura perfeita para apelarmos ao espírito solidário que há em todos nós. É altura de olharmos para os outros combatendo o egocentrismo que todos temos imbuído em nós.
Neste Natal que brote em nós uma dinâmica altruísta, a generosidade e a benevolência que nos devia acompanhar ao longo de todo o ano.  
Pequenos gestos em prol dos outros podem fazer a diferença…

2 de dezembro de 2010

SIDA


“Comemorou-se” ontem o Dia Mundial contra a SIDA (Síndrome da imunodeficiência adquirida). Um dia como qualquer outro para os que sofrem da doença mas em que se pretende chamar atenção de todos os outros para o flagelo da SIDA.
É uma doença muito grave, quase sempre fatal. Não existe por agora cura ou uma vacina que previna a mesma mas temos assistido à sua procura desenfreada por muitos cientistas em todo o mundo.
As questões complexas que envolvem a doença implicam uma acção direccionada para o campo da prevenção com intuito de travar a sua contínua propagação. É preciso adoptar e manter comportamentos seguros e para isso teremos que concomitantemente educar os mais novos e ensinar os mais velhos a mudar comportamentos de risco. São processos complexos que se desenvolvem em várias etapas e que diferem de indivíduo para indivíduo, de acordo com as suas características psicológicas, sociais e culturais.
Há estudos que apontam que chegaremos a uma altura em que um quarto dos adolescentes irá ter doenças sexualmente transmissíveis antes de chegar à universidade. Assim, é crucial uma intervenção pujante e com a maior brevidade possível. Sendo a adolescência o período de transição entre a infância e a idade adulta, será neste estádio etário que devemos concentrar mais esforços na referida actuação. É um período de alguma plasticidades e vulnerabilidade individual capaz de mutações e sendo mais susceptível a absorver conhecimentos e conceitos salutares. Directa ou indirectamente conduzirão a uma maturidade física e psicológica mais salutar na verdadeira acessão da saúde.
Existe uma responsabilidade em todos nós, à qual não podemos ser alheios. As participações em campanhas de sensibilização nunca são em demasia e não podemos descurar também a elementar obrigação de alertar os que nos rodeiam.
Trata-se de um problema do próprio indivíduo portador da doença mas também de um problema de saúde pública.
Paremos para pensar um pouco neste problema.