2 de dezembro de 2010

SIDA


“Comemorou-se” ontem o Dia Mundial contra a SIDA (Síndrome da imunodeficiência adquirida). Um dia como qualquer outro para os que sofrem da doença mas em que se pretende chamar atenção de todos os outros para o flagelo da SIDA.
É uma doença muito grave, quase sempre fatal. Não existe por agora cura ou uma vacina que previna a mesma mas temos assistido à sua procura desenfreada por muitos cientistas em todo o mundo.
As questões complexas que envolvem a doença implicam uma acção direccionada para o campo da prevenção com intuito de travar a sua contínua propagação. É preciso adoptar e manter comportamentos seguros e para isso teremos que concomitantemente educar os mais novos e ensinar os mais velhos a mudar comportamentos de risco. São processos complexos que se desenvolvem em várias etapas e que diferem de indivíduo para indivíduo, de acordo com as suas características psicológicas, sociais e culturais.
Há estudos que apontam que chegaremos a uma altura em que um quarto dos adolescentes irá ter doenças sexualmente transmissíveis antes de chegar à universidade. Assim, é crucial uma intervenção pujante e com a maior brevidade possível. Sendo a adolescência o período de transição entre a infância e a idade adulta, será neste estádio etário que devemos concentrar mais esforços na referida actuação. É um período de alguma plasticidades e vulnerabilidade individual capaz de mutações e sendo mais susceptível a absorver conhecimentos e conceitos salutares. Directa ou indirectamente conduzirão a uma maturidade física e psicológica mais salutar na verdadeira acessão da saúde.
Existe uma responsabilidade em todos nós, à qual não podemos ser alheios. As participações em campanhas de sensibilização nunca são em demasia e não podemos descurar também a elementar obrigação de alertar os que nos rodeiam.
Trata-se de um problema do próprio indivíduo portador da doença mas também de um problema de saúde pública.
Paremos para pensar um pouco neste problema. 

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