27 de junho de 2011

"Quem não luta pelo que quer, não merece o que deseja! "



JURISLOG, LOGÍSTICA DE DILIGÊNCIAS EXECUTIVAS, LDA.

A minha empresa já nasceu.. Agora há todo um trabalho "miúdo" que tenho para fazer.. Nunca pensei que tudo desse tanto que pensar.. Não sei onde vou descortinar um logótipo da pinta para a empresa.. : ( 

26 de junho de 2011

Resolução Alternativa de Litígios

“A existência de processos céleres, expeditos e eficazes é condição indispensável de uma protecção jurídica adequada” (J.Gomes Canotilho)
Em tempos de crise é acentuada a dificuldade que os cidadãos têm em aceder à justiça. Para além dos custos elevados que hoje se praticam a nível de taxas e custas judiciais, a justiça portuguesa é essencialmente caracterizada pela sua excessiva morosidade. Porquanto impera hoje a necessidade de melhorar o funcionamento do nosso sistema judicial, que é essencial para um funcionamento adequado e justo da economia.
Uma das soluções encontradas noutros ordenamentos jurídicos passa pelo recurso à Resolução Alternativa de Litígios. Esta comporta a mediação, a arbitragem e a conciliação. Por outro lado, podem também ser referidos os Julgados de Paz, que consubstanciam uma espécie de meio de Resolução Alternativo de Litígios.
O memorando subscrito pelo PS,PSD e CDS/PP com a chamada Troika(UE, BCE e FMI) vai de encontro a esta necessidade. O Governo vai ter que apresentar uma lei sobre a arbitragem de conflitos no final de Setembro de 2011 e fazer a arbitragem dos casos de execução da dívida plenamente operacional até final de Fevereiro de 2012, para facilitar a resolução dos casos pendentes. É definida a obrigatoriedade de optimizar o regime de Julgados de Paz para aumentar sua capacidade de lidar com casos de alegação de baixos valores, e por outro lado, os subscritores do memorando obrigaram-se também a adoptar medidas para dar prioridade aos casos de execução de resolução alternativa nos tribunais.
A justiça no nosso país encontra-se bastante débil. Os cidadãos na sua generalidade catalogam a justiça portuguesa como ineficaz. Assiste-se sempre aos mesmos problemas por mais que mudem os governos e as políticas por eles implementadas.
Uma aposta forte e bem estruturada nos meios extra judiciais de resolução de conflitos é a medida mais consensual para acelerar a justiça e na minha perspectiva será o melhor caminho a adoptar. Só um governo ousado, com uma verdadeira reforma na justiça, poderá mudar o paradigma desta.
Nos campos da justiça civil, comercial, laboral, administrativa e fiscal será dado um passo gigante se forem criados meios alternativos aos tribunais judiciais que respondam às actuais necessidades.
O recurso à resolução alternativa de litígios não substitui de todo os tribunais na aplicação da justiça, mas constitui um importante meio de prevenção ou resolução de conflitos, sem o recurso a um tribunal comum.
Muito há a fazer para combater os problemas que afectam a justiça portuguesa, mas este será um trabalho que tem de ser feito por todos, sejam os agentes judiciários, seja o legislador ou até mesmo o cidadão comum. Tem que haver uma consciencialização generalizada, de que só um sistema célere, expedito e eficaz consegue concretizar na íntegra uma protecção jurídica adequada.

21 de junho de 2011

...

É muito bom por vezes sairmos de nós próprios e sermos outra pessoa em nós mesmos...

17 de junho de 2011

Ainda há Príncipes Encantados!!




O texto é da Margarida Rebelo Pinto, e penso que todas as mulheres o deviam ler:

"Se está à espera do Dia dos Namorados para arranjar um, não fique sentada. Faça como uma amiga minha que cada vez que sai do carro, vira o retrovisor para o lado do condutor, retoca o batom e diz com uma convicção demolidora o Príncipe pode estar em qualquer lado. E pode mesmo. É uma questão de fé, totalmente arbitrária e alietória, mas pode acontecer. Até porque nós, os extraordinários, somos poucos, mas andamos por aí. Isto é o que diz outro amigo meu que por acaso é mesmo extraordinário e já encontrou a pessoa certa, pelo menos por enquanto. Foi ele que um dia me explicou o que era esse maravilhoso conceito da pessoa certa.
A pessoa certa não é a mais inteligente, a que nos escreve as mais belas cartas de amor, a que nos jura a paixão maior ou nos diz que nunca se sentiu assim. Nem a que se muda para nossa casa ao fim de três semanas e planeia viagens idílicas ao outro lado do mundo. A pessoa certa é aquela que quer mesmo ficar connosco. Tão simples quanto isto. Às vezes demasiado simples para as pessoas perceberem. O que transforma um homem vulgar no nosso príncipe é ele querer ser o homem da nossa vida. E há alguns que ainda querem.
Os verdadeiros Príncipes Encantados não têm pressa na conquista porque como já escolheram com quem querem passar o resto da vida, têm todo o tempo do mundo; levam-nos a comer um prego no prato porque sabem que no futuro nos vão levar à Tour d’Argent; ouvem-nos com atenção e carinho porque se querem habituar à música da nossa voz e entram-nos no coração bem devagar, respeitando o silêncio das cicatrizes que só o tempo pode apagar. Podem parecer menos empenhados ou sinceros do que os antecessores, mas aquilo a que chamamos hesitação ou timidez talvez seja apenas uma forma de precaução para terem a certeza que não se vão enganar.
O Príncipe Encantado não é o namorado mais romântico do mundo que nos cobre de beijos; é o homem que nos puxa o lençol para os ombros a meio da noite para não nos constiparmos ou se levanta às três da manhã para nos fazer um chá de limão quando estamos com dores de garganta. Não é o que nos compra discos românticos e nos trauteia canções de amor no voice mail, é o que nos ouve falar de tudo, mesmo das coisas menos agradáveis. Não é o que diz Amo-te, mas o que sente que talvez nos possa amar para sempre. Não é o que passa metade das férias connosco e a outra metade com os amigos; é que passa de vez em quando férias com os amigos. O Príncipe que sabe o que quer, não é o melhor namorado do mundo; é o marido mais porreiro do mundo, porque não é o que olha todos os dias para nós, mas o que olha por nós todos os dias. Que tem paciência para os meus, os teus, os nossos filhos e que ainda arranja um lugar na mesa para os filhos dos outros. Que partilha a vida e vê em cada dia uma forma de se dar aos que lhe são próximos. Que ajuda os mais velhos a fazer os trabalhos de casa e põe os mais novos a dormir com uma história de encantar. Que quando está cansado fica em silêncio, mas nunca deixa de nos envolver com um sorriso. Não precisa de um carro bestial, basta-lhe uma música bestial para ouvir no carro. Pode ou não ter moto, mas tem quase sempre um cão. Gosta de ler e sai pouco à noite porque prefere ficar em casa a namorar e a ver o Zapping. Cozinha o básico, mas faz os melhores ovos mexidos do mundo e vai à padaria num feriado. O Príncipe é um Príncipe porque governa um reino, porque sabe dar e partilhar, porque ajuda, apoia e nos faz sentir que somos mesmo muito importantes.
Claro que com tantos sapos no mercado, bem vestidos, cheios de conversa e tiradas poéticas, como é que não nos enganamos? É fácil. Primeiro, é preciso aceitar que às vezes nos enganamos mesmo. E depois, é preciso acreditar que um dia podemos ter sorte. E como o melhor de estar vivo é saber que tudo muda, um dia muda tudo e ele aparece. Depois, é só deixa-lo ficar um dia atrás do outro... e se for mesmo ele, fica." 

6 de junho de 2011

Eleições Legislativas


Feita a contagem dos votos, aí temos o rosto da mudança! Passos Coelho vai ser com certeza indigitado novo Primeiro Ministro na próxima semana!!
Desenganem-se os que o equiparam a uma espécie de D.Sebastião.. O homem, não obstante toda a formação que tem, não conseguirá de facto tirar Portugal da actual situação se todos nós passarmos ao lado de uma mudança que urge e que já peca por tardia! Cabe ao mais comum do cidadão, a consciencialização de que deveremos mudar hábitos, procedimentos e concepções de forma a "reformularmos" o nosso país naquilo que este tem que imperiosamente mudar!
Passos é um homem de valores, é determinado e será com certeza a pessoa certa no lugar correcto de forma a cumprir o acordo assinado com a "troika" e a implementar todas as medidas difíceis que necessariamente terão que ser implementadas para que consigamos construir um Portugal melhor!
O primeiro passo foi dado com a mudança de governo.. Eu acredito num Portugal melhor!.. Para mim, e para os que me seguirão..